No passado dia 27 de Outubro pelas 11.30h, os alunos das turmas F e G do 12º ano, da escola secundária com 3º ciclo D.Manuel I foram ao Museu Regional Rainha D.Leonor – Beja, acompanhados da professora de Português, Fátima Santos, no âmbito da respectiva disciplina. A actividade tinha os seguintes objectivos: desenvolver o espírito crítico; contactar com o património cultural da região; aprender a viver juntos, fomentar a sensibilidade estética e o gosto pela arte e identificar características do Renascimento em diferentes formas de expressão artística.
Este museu, outrora Real Mosteiro De Nossa Senhora da Conceição, localiza-se em Beja, perto do teatro municipal, e está integrado na parte antiga da cidade, ligado com ruas estreitas à Praça da Republica. Este Convento foi fundado na segunda metade do século XV pelos infantes D.Fernando, primeiro duque de Beja, e sua mulher, D.Beatriz, pais da rainha D.Leonor e do futuro rei D.Manuel. I. Construído a partir de um pequeno retiro de freiras, contíguo ao palácio dos infantes o Convento da Conceição pertencia à ordem de Santa Clara e encontrava-se sob jurisdição franciscana.
Quando chegámos ao museu o Dr. Leonel António Borrela, reconhecido artista de expressão plástica, estava disponível para fazer a visita guiada.
À entrada do museu, encontrámos a igreja toda revestida por talha dourada; num dos lados da igreja podemos encontrar dois altares do século XVIII dedicados a S. Cristóvão e a S. Bento, um altar do sec. XVII dedicado a S. João Evangelista e pudemos ainda ver um outro altar, em mármore florentino, dedicado a S.João Baptista.
O topo do púlpito encontra-se ornamentado a talha dourada dos séculos XVII e XVIII.
Noutra parte do museu, pudemos observar pinturas a têmpera semicircular alusivas à temática religiosa.
A nossa visita ao museu começou no exterior do edifício, onde pudemos observar a constituição de antigos monumentos, nomeadamente as colunas. O Dr. Leonel Borrela explicou como eram construídos estes antigos monumentos. Seguidamente, fomos para o interior do museu. Inicialmente, fomos observar a igreja e vários altares feitos em mármores florenciano, que foram construídos dentro do museu. Passámos, de seguida, para o pátio do museu onde encontrámos umas gravuras de um túmulo. A nossa visita continuou e fomos ver uma sala toda revestida de azulejos pintados à mão. Por fim, seguimos para a sala da pintura, onde o Dr. Borrela nos mostrou a transição entre o Renascimento e o Barroco. A nossa visita terminou pelas 12:30 pois o museu tinha de encerrar para uma pausa para almoço dos funcionários.
No meu ponto de vista, a visita foi muito útil, pois permitiu que ficássemos a conhecer mais do nosso património e também de movimentos artísticos que estamos a estudar, motivo pelo qual nos deslocámos ao museu. Segundo a minha opinião, a visita não teve aspectos negativos. Consequentemente, considero que devemos repetir este tipo de actividades.
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